Insight Engine · Analytics & BI

Consultoria de BI: dashboards que o time realmente usa

O TAMANHO CERTO DE UM PAINEL

5–8
indicadores bastam para cada área decidir bem
3–4
bastam para a empresa inteira
40
números num painel é indecisão, não completude

A maioria das empresas que nos procura já tem dashboard. Tem três, quatro, às vezes um por ferramenta. O problema é que ninguém abre, porque cada um conta uma história diferente.

O que é

Consultoria de BI é o trabalho de resolver a confiança nos números antes de desenhar qualquer gráfico.

Na dexaway isso é o Insight Engine: a gente senta com cada área, define o que cada métrica significa (uma definição só, escrita), monta o painel em cima dessa definição e treina o time a ler. O painel é a última etapa, não a primeira.

O diagnóstico do abandono

Por que ninguém abre os dashboards que já temos?

O painel não responde a pergunta certa

Quase sempre ele foi construído a partir do que a ferramenta conseguia mostrar, não a partir da pergunta que a pessoa precisa responder. Um diretor comercial não quer um gráfico de sessões: ele quer saber se bate a meta do trimestre e o que está travando. Quando o painel não responde isso na primeira tela, ele volta a pedir o número por mensagem, e a planilha manual renasce.

A confiança quebrou

Se em algum momento dois relatórios discordaram e ninguém explicou por quê, o time para de usar os dois. Confiança em dado é como confiança em pessoa: cara de construir, barata de perder.

Qual a diferença entre relatório e BI?

Na prática, a diferença aparece no custo marginal da pergunta. Com relatório, cada pergunta nova custa o tempo de alguém. Com BI, custa zero: a pessoa filtra e responde.

RELATÓRIO

Uma foto.

  • Alguém extrai, formata e manda
  • Desatualiza no momento em que é enviado
  • Cada pergunta nova custa o tempo de alguém

BI

A estrutura que mantém a foto atualizada.

  • Se atualiza sozinha
  • Qualquer pessoa recorta o número do jeito que precisa
  • Pergunta nova custa zero: a pessoa filtra e responde

Quantas métricas uma PME precisa acompanhar?

Menos do que você imagina. Na maioria das operações de serviço, cada área decide bem com cinco a oito indicadores; a empresa inteira, com três ou quatro. Painel com quarenta números não é completude, é indecisão: é o time transferindo para o leitor a tarefa de descobrir o que importa. Parte do nosso trabalho é dizer o que não entra.

O que muda quando cada número tem uma definição só?

Acaba a reunião que começa discutindo de quem é o número certo. O entregável que sustenta isso é o catálogo de métricas: um documento onde cada indicador tem nome, fórmula, origem e dono. Parece burocrático até a primeira vez que duas áreas apresentam o mesmo dado e ele bate.

  • NOME
  • FÓRMULA
  • ORIGEM
  • DONO
Método

Quanto tempo leva?

De 2 a 4 semanas, na média. O prazo exato depende do cenário de cada cliente, e as primeiras telas aparecem antes da entrega final, então você não passa o projeto inteiro sem ver nada.

O QUE ESTÁ INCLUÍDO

  • Dashboards por área de negócio, construídos a partir das perguntas de cada uma
  • Catálogo de métricas com definição única, nome, fórmula, origem e dono
  • Rotina de leitura, quem olha o quê, com que frequência
  • Treinamento do time, para operar sem depender da gente
  • Documentação, que fica com você
  • Looker Studio
  • BigQuery
  • dbt

Trabalhamos com o que você já tem sempre que dá. Trocar de ferramenta é decisão de último caso, não de primeira conversa. O piso deste serviço é de R$ 5 mil — ver como funciona o investimento.

semanas, da pergunta ao painel

  1. Validação do cenário
  2. Troca de dados e acessos
  3. Construção dos painéis: as primeiras telas saem aqui
  4. Implementação e treinamento de leitura

Preciso de um analista interno depois?

Não. O projeto termina com o seu time operando o painel sem a gente. Isso é escolha de método, não cortesia: consultoria que deixa o cliente dependente vende mais no curto prazo e entrega menos. Se mais para frente a operação crescer a ponto de justificar alguém dedicado, a estrutura já vai estar pronta para essa pessoa assumir.

Para quem esse serviço não é

Se os seus dados ainda estão espalhados entre sistemas que não conversam, o painel não é o começo, é o meio. Sem uma base integrada, qualquer dashboard vira retrabalho manual com cara de automação. A gente diz isso no diagnóstico, mesmo quando significa adiar o projeto.

Estruturar primeiro · Data Stack Pro

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns sobre consultoria de BI já estão respondidas aqui. Assim, quando a gente se falar, a conversa será sobre o seu cenário.

Não — relatório é uma foto, BI é a estrutura que mantém a foto atualizada e permite recortar. A diferença prática aparece no custo de cada pergunta nova.

Avaliamos o que já existe. Se a ferramenta atual atende, ficamos nela; a recomendação de troca só entra quando o custo de manter supera o de migrar, e vem com o motivo escrito.

É o resultado mais comum e o mais útil do projeto. A definição é acordada com as áreas antes de virar painel — o catálogo existe justamente para essa discussão acontecer uma vez só.

Ajuda, mas não é obrigatório. Se a base ainda não existe, o diagnóstico vai apontar isso e recomendar começar pela engenharia de dados.

Quer saber se o seu cenário pede BI agora ou base de dados primeiro? O diagnóstico é uma conversa de 30 minutos, sem custo e sem compromisso.

Se o que falta é confiar na medição de marketing, o serviço certo é o Digital Tracking Hub.